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Entrevista

Vídeo Show conta a história de vida da cantora Taty Girl

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A cantora Taty Girl teve sua história contada na televisão mais uma vez. Após o programa Esquenta lembrar a infância dificil da cantora, na última segunda-feira (19) foi a vez do Vídeo Show.

A reportagem era para lembrar o retorno da novela Cheias de Charme, que estourou na telinha com as Empreguetes. A história de Taty se parece com as das personagens da novela: meninas pobres que conseguiram a fama através da música.

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Samya fala sobre carreira solo e diz: se eu quisesse tocar em agosto, já daria

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Por Brenno Xavier

Samya Ferreira Maia, atual vocalista da Banda Magníficos, começou sua carreira musical muito cedo. Dona de uma voz impecável, a galega recebeu uma proposta em 2000 do dono da Banda Magníficos, Jotinha, para integrar o time de vocalistas, onde estará até o final do mês de julho.

Sâmya anunciou, no final de junho deste ano que, está saindo da Banda Magníficos e, seguirá sua carreira solo. Nós do Forró DiCumForça aproveitamos que a banda estava de passagem por Salgueiro, terra da Limão Com Mel e, fomos conversar com ela.

FD: Sâmya, o que a Magníficos representa para você?

SM – “Falar da Magníficos é muito fácil e muito difícil ao mesmo tempo. Por que a Magníficos mudou a minha vida completamente, inclusive a vida da minha família. Tínhamos uma vida muito difícil no Ceará, onde éramos somente eu, minha mãe e meu irmão. Passamos muita coisa difícil até eu chegar à Magníficos. Passei muita coisa difícil na Magníficos, é normal, foram dezoito anos, mas, se eu puder fazer um balanço, com pouco mais de uma semana para eu sair da banda, só consigo ver coisas boas. Só vou levar coisas boas comigo.”

FD: De onde surgiu a necessidade de seguir carreira solo?

SM – “Foi difícil pra mim tomar essa decisão de sair da banda. Agora tá mais fácil, porque sei que tenho uma pessoa que vai cuidar da minha carreira solo. Sei que as coisas vão caminhar. Mas, há 15, 20 dias, estava sendo tudo muito difícil porque foi e sempre vai ser uma das páginas mais lindas da minha vida e recebi mensagens lindas e emocionadas de todos os lados, chorava o tempo inteiro, mas agora estou bem. Nada vai apagar o que passei aqui. Uma hora isso iria ter que acontecer. Eu não ia ficar aqui pra sempre. Toda história tem um começo, um meio e um fim. Eu já estava sentindo que a minha história aqui, já havia chegado ao fim há um tempo. Foi um pedido físico, o meu corpo não estava mais aguentando.”

samyacaruaruFD: Falando em cansaço físico, como é sua rotina de trabalho?

-SM – “O que eu faço as vezes, nem todo homem tem a coragem de fazer. Já cheguei diversas vezes de madrugada, sozinha e pegava meu carro e ia direto pra TV e, não parava durante o dia. É tudo muito cansativo. Isso estava me desgastando e, vi que eu não estava rendendo na TV e não estava rendendo na banda. Eu precisava optar por uma delas. Caso eu saísse da TV, minha família teria que se mudar para Monteiro e eu já tinha tirado eles de Fortaleza pra Monteiro, depois pra  João Pessoa, e  eu não queria mais fazer isso. Não tenho direito de sacrificar a vida da minha família novamente, já que, estamos estruturados em João Pessoa, então a opção foi deixar a banda. Minha banda vai ser sediada em João Pessoa, então pra mim será menos cansativo. Já tenho um empresário na minha região e, já estamos contando com parceiros em todo o Brasil.”

FD: Pode nos adiantar alguma novidade da sua carreira solo?

SM – “Antes da decisão de seguir a minha carreira solo, eu já havia decidido que sairia da banda. Eu iria fazer um projeto mais intimista, uma voz e piano talvez. Após esse meu anúncio de saída da banda, comecei a receber propostas de empresários para seguir com a minha carreira, foi aí que percebi que não podia abrir mão de seguir com a minha história no forró, mesmo que de uma maneira mais tranquila em relação à quantidade de shows e viagens. Deus está me dando direcionamento e, acredito que tudo dará certo.  Se eu quisesse tocar em agosto, eu já teria como fazer isso, já tem procura pra shows, graças a Deus. Porém, quero fazer tudo organizado. Quero uma equipe que esteja junto comigo em unidade. Não quero ninguém trabalhando contra. Essa semana já fiz fotos, já coloquei voz na minha primeira música. Mandamos mixar em São Paulo e, acredito que nos próximos dias estará pronta e vamos definir a data de lançamento . Vem muita coisa boa. A música tem uma pegada bem dançante. Posso dizer que ela é mais ousada que “Chamego ou Xaveco” foi na época.

samyasaojoao2FD: Comenta-se que Ohara Ravick é a nova vocalista da Magníficos. O que você pensa sobre a chegada dela?

-SM “Pois é. Muito se comenta sobre a chegada dela. Gosto muito de Ohara como artista. Canta bem e, tem uma presença de palco incrível, além de ser linda e simpática. Não sei quando a banda vai anunciar. Talvez eles tenham uma estratégia de marketing, não sei ao certo. O que soube é que Ohara ensaiou em Monteiro. Se vai se concretizar ou não, saberemos nos próximos dias.”

Para encerrar nossa entrevista, fizemos um bate-bola especial:

-FD – AMOR?
-SM – “Deus e minha família. Enxergo amor nesses dois pilares da minha vida.”

-FD – DEUS?
-SM – “Meu amor. Meu melhor amigo. Tem coisas que converso só com Ele.”

-FD – MAGNÍFICOS?
-SM – “Falando de amor, esse é meu outro amor. E vai ser sempre. Sou fã e vou ser sempre.”

-FD – WALKYRIA SANTOS?
-SM – “É uma batalhadora, guerreira. Uma das melhores artistas do país. É uma mulher família. Se está bom pra família dela, pra ela tá melhor ainda.”

-FD – FERNANDO FRAJOLA?
-SM – “Gosto muito dele. Admiro muito como cantor. É um cara inovador. A banda está em boas mãos. Ele é um grande talento. Canta muito. Está com todo gás.”

-FD – Uma mensagem para todos os seus fãs…
-SM – “Quero agradecer a cada um dos meus fãs do Brasil inteiro, o carinho de vocês me moveu todo esse tempo, e sei que vamos continuar juntos, fazendo música e levando alegria aonde estivermos! Obrigada sempre! E, também quero agradecer a vocês do Forró DiCumForça, em seu nome, Breno. Estamos sempre de portas abertas pra vocês.”

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Entrevista

Emanuel Gurgel fala da trajetória do Mastruz e diz: “tem muita coisa ruim no mercado”

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O maior fundador de bandas de forró do Nordeste, Emanuel Gurgel, abriu o baú em uma entrevista reveladora à produtora Imaginar Filmes. Ele foi o responsável por lançar no cenário musical entre 1992 e 1993, cerca de 40 bandas, dentre elas Mastruz com Leite, Cavalo de Pau, Balaio de Gato, Banda Aquarius, Mel com Terra e Calango Aceso. São 41 minutos de sabedoria que levam ao público histórias desconhecidas do forró eletrônico e suas dificuldades. A principal delas era o esforço para uma banda ganhar a mídia na época.

“Para o Mastruz ir pra mídia eu tive que pagar jabá em todas as emissoras do Nordeste onde eu fazia negócio. Quando eu dava as costas, os caras tiravam da programação e simplesmente ganhavam meu dinheiro. Por isso foi desenvolvido a SomZoom Sat”, revela.

Segundo Emanoel, o forró nos ano 90 era visto como um ritmo de péssimo gosto. A prova disso é que as maiores casas de Fortaleza não queriam saber do estilo musical. Isso até a chegada do Mastruz com Leite.

“Nos anos 90 o forró funcionava de uma maneira muito arcaica porque era feito só com zabumba, triangulo e sanfona. Era tocado muito no baixo meretrício. As pessoas tinham vergonha de dançar forró. Depois que criamos o Mastruz com Leite, a gente conseguiu invadir todas as casas de espetáculo. Quem tocava forró era considerado de péssimo gosto”, afirma na entrevista.

Em um rápido momento de descontração, Gurgel revela que o Nordeste já chegou a ter 3 mil bandas de forró em atividade. “Já chegamos a ter no Nordeste 3 mil bandas de forró, brigando, mas trabalhando. Todo empresário joga. Ele pode acerta e errar”, declarou.

O empresário fala também do cenário atual e revela: “tem muita coisa ruim no mercado”. Em uma comparação com Chico Lopes, outro produto seu, ele diz que o cantor da música “Eliane” era ruim, mas era engraçado, o que não acontece atualmente.

“Eu nunca vi tanta coisa ruim fazendo sucesso. Hoje fazem questão de quanto mais ruim para fazer sucesso. Chico Lopes era ruim porque era engraçado e agora é diferente, é muito ruim porque é incompetente. Tem muita coisa ruim que eu puxaria a cordinha pra descer”, revela.

Assista a entrevista:

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Entrevista

Ex-Noda de Caju revela que não sente falta do sucesso e diz ser fã de Rachel

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Quem viveu o forró dos anos 90 jamais esquecerá uma das vozes mais marcantes que passaram pela banda Noda de Caju. Estamos falando de Jain Tertuliano, ícone do grupo pernambucano no auge do seu sucesso.

Responsável por emplacar canções inesquecíveis como “Amor Perfeito”, o ex-cantor hoje vive uma nova vida, voltada para a família e os negócios. Em entrevista ao Forró Dicumforça, Jain revela que não sente falta do sucesso, mas dos amigos que fez no passado.

Confira a entrevista:

Forró Dicumforça: Jain, quando você começou a carreira de cantor e por quais bandas passou?

Jain: Comecei em 86, numa banda chamada Arco-íris, passando pela banda Francilúzio Show, banda Tigres, banda Ariaxé, banda Phobus e finalmente a Noda de Caju, exatamente nessa ordem.

FD – Nos anos 90 a banda Noda de Caju explodiu para todo o Brasil com você fazendo parte dos vocais, sente saudade daquela época?

Jain – Não sinto falta da época nem do sucesso, sinto falta das pessoas, dos amigos que fiz por lá.

FD – Mantém contato ainda com seus ex-colegas de palco? Ficou sabendo da volta de Rachel ao Noda?

Jain – Pelas redes sociais, mantenho contato com os mais próximos. Quanto à Raquel, fiquei sabendo pelas redes em sua página. Uma cantora da grandeza de Raquel, sendo o ser humano maravilhoso que é,v ai acrescentar muito ao Noda de Caju. Sou fã dela.

FD – O que você fez após deixar a Noda de Caju e o que faz atualmente?

Jain – Pós saída, fui morar em Fortaleza e montei uma empresa de iluminação, depois de sete anos, vendi a empresa e investi em imóveis, hoje, essa é a minha área.

FD- Desenvolve algum projeto na música?

Jain – Quem sabe um dia possa fazê-lo, mas atualmente não.

jain2FD – Toparia voltar a cantar numa banda, até mesmo na Noda de Caju?

Jain- Não faz parte dos meus planos voltar à cantar forró, mas foi uma honra ter vivido tudo aquilo.

FD – Muitas bandas ficaram para trás com as mudanças de estilo ocorridas no forró, como você avalia o forró dos anos 90 para o que é feito hoje?

Jain – O forró dos anos 90 era mais melódico, mais romântico, falava de amor, ou seja era literalmente apaixonante. O de hoje visa apenas o entretenimento, a diversão, virou uma coisa lúdica, mas até aí tudo bem, o triste é quando as letras valorizam coisas que notoriamente são degradantes.

FD- Se arrepende de não ter realizado algum projeto no passado?

Jain – -Felizmente não, tive muitas ideias, muitos projetos, mas sempre fui feliz na escolha deles.

FD – O que você diria para os fãs que estão há muito tempo sem notícias suas?

Jain – Agradecer por tudo que fizeram por mim quando cantava, e dizer que estou bem, sou um homem feliz e realizado em tudo que fiz. MUITO OBRIGADO!

FD- Para encerrar, a qual era a sua música preferida no Noda de Caju?

Jain – Amor perfeito (CD Pétalas Neon)

Jain Tertuliano nasceu em Currais Novos, no Rio Grande do Norte. Tem 47 anos e é casado com Fernanda, ex bailarina da Noda de Caju. Possui duas filhas, sendo uma com Fernanda.

Relembre o 1º DVD da Noda de Caju

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