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Veja 15 cantores que sumiram da mídia após deixar bandas de forró

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O mundo do forró não é mais o mesmo. O talento, a boa voz e o carisma parece não ser mais um fator preponderante para segurar cantores em bandas. Uma prova disso são artistas que passaram por grupos musicais famosos e estão em uma espécie de limbo, esperando uma nova chance. Outros não esperaram e tentam manter a carreira em trabalhos solos. Mesmo assim, não aparecem na mídia como antigamente.

O Forró Dicumforça elencou 15 nomes de talentos desperdiçados e que estão fora da mídia forrozeira.

1 – Neto Falaschi
Após ser dispensado da Banda Magníficos, só é visto nas redes sociais. Chegou a lançar um canal no Youtube, mas há quem diga que ele não volta mais a cantar profissionalmente.

neto

2- César Salles
Pego de surpresa com sua demissão da Limão com Mel, aguarda o convite para ingressar em uma nova banda. Enquanto não se concretiza, vai fazendo participações em CDs e DVDs, como o da Farra da Gordinha e Farra das Antigas.

cesar

3 – Adriano Sil
Fez parte de uma das maiores bandas de forró do país, a Calcinha Preta, mas não durou muito tempo e foi dispensado. Foi contratado pela Karisma dias depois, mas já deixou o grupo alagoano também.

adriano

4 – Aline Ataíde
Deixou a Limão com Mel, mas não parou de cantar, embora não tenha aparecido muito na mídia. Chegou a integrar a Baby Som e quase foi para a Noda de Caju.

aline

5 – Marlus Viana
Deixou a Calcinha Preta para seguir carreira solo. Ainda está engatinhando e não estourou músicas ainda.

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6 – Simara Pires
Brilhou por muitos anos na Limão com Mel, passou pela Companhia do Calypso, Anjo Azul e Forrozão das Antigas. Hoje não canta mais e mora na Europa.

simara

7 – Ery Carlos
Aconteceu na Banda Magníficos a partir de 2003 onde chegou a gravar um DVD. Logo após sair passou algum tempo em bandas de Pernambuco, sem muito êxito. Chegou a montar um projeto acústico cantando pop rock, mpb e internacional até voltar ao forró. Hoje faz shows por algumas cidades do Nordeste.

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8 – Neno
Outro ex-Magníficos que também sumiu da mídia após deixar a banda pela segunda vez. Tentou carreira solo, mas resolveu apostar na política e hoje é candidato a vereador em Monteiro, na Paraíba, sua cidade natal.

neno

9 – Neto Araújo
Brilhou na Cavaleiros do Forró e depois na Collo de Menina. Saiu para uma carreira solo e voltou a uma banda quando ingressou na Cavalo de Aço. Já está em carreira solo novamente.

neto

10 – Alberto River
Fez parte do Mastruz com Leite na formação que teve Bete Nascimento, Kátia e Aduílio. Deixou a banda e sumiu da mídia. Não se tem registro dele em outra banda. Reapareceu recentemente em rede nacional vivendo um drama como filho. É dono de uma pizzaria em João Pessoa.

alberto

11 – Jaim
Por muitos anos foi a voz de referência da Noda de Caju ao lado de Iara Pâmela. Saiu do grupo e não se tem notícia dele em outra banda. Em seu perfil no Facebook o cantor se define com empresário do ramo de iluminação.

jaim

12 – Iara Pâmela
Não tem como lembrar da cantora e não remetê-la ao Noda de Caju. Chegou a voltar para o grupo, mas partiu para a carreira solo. Participou de uma banda em Brasília chamada Nega Maluka e, recentemente, desenvolveu o projeto Forró como Antigamente ao lado de Daniela Campelo e Luciene Melo.

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13 – Rachel Costa
Dona de um carisma incrível, brilhou na Noda de Caju e Anjo Azul. Passou também pelo Forró Santa Dose. Parou de cantar para se dedicar a família. Está grávida do segundo filho.

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14 – Vansova
Ex-Gatinha Manhosa e Forrozão Takupau, virou artesão e faz trabalhos como designer de ambiente onde mora atualmente, no Crato, Ceará. Não parou de cantar.

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15 – Simone Lessa
Até hoje é lembrada como uma das mais bonitas vozes que passaram pela banda Magníficos. Chegou a fazer parte do Forró Balancear. Comandou por anos a banda baiana Lordão e hoje canta e encanta em uma banda chamada Mina Loka.

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Em breve, o Forró Dicumforça fará uma nova rodada em busca de cantores que sumiram da mídia. Na página do site no Facebook foram dezenas de sugestões de cantores que estão fora dos palcos.

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Dão Lopes fala em cartel no forró e diz que bandas precisam produzir “coisas novas”

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Foto: Facebook/Moleca 100 Vergonha

Ele é uma referência no mundo do forró quando se fala em talento e carisma. Sendo assim, nada melhor que Dão Lopes, vocalista da Moleca 100 Vergonha, para falar com propriedade sobre esse ritmo genuinamente nordestino, que não anda lá bem das pernas. Para o cantor, que falou com exclusividade ao Forró Dicumforça, o forró até que tem crescido, mas precisa repensar algumas práticas.

“O forró está evoluindo, mas tem um determinado cartel”, afirma Dão Lopes. Para ele, é preciso mais união para enfrentar os desafios.

“União dos empresários e produtores de eventos pelo menos artisticamente, porque se não o movimento vai continuar nas mãos de dois, três, e vai futuramente se deteriorar”, declarou.

Sobre o forró romântico, Dão é enfático ao afirmar que ele não sai de moda, mas faz uma ressalva às bandas que vivem dele.

“O romântico não sai de moda. A gente canta e escreve o cotidiano do ser humano. O pagode romântico já voltou pro mercado atual e isso é combustível pra o forró romântico, mas as bandas do seguimento têm que produzir coisas novas pra não serem rotuladas como forró das antigas”, alerta.

De volta à Moleca 100 Vergonha, Dão Lopes disse que aceitou fazer o caminho de casa por amar a banda de Araripina. “Voltei por amar a banda”, disse.

E se depender da banda, 2019 será especial. É o ano em que a Moleca 100 Vergonha completa 20 anos.

“A Moleca está preparando um DVD super moderno com algumas músicas inéditas. Tem muita novidade em 2019. A Moleca 100 Vergonha completa 20 anos dia 11 de setembro, então é um ano de muitas produções e colheita, eu creio”, finalizou.

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Veja seis talentos que estão desperdiçados no forró

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O forró tem umas coisas que muitos fãs não entendem. Uma delas é o fato de artistas talentosos estarem fora dos grandes palcos. A lista de cantores “parados” que poderiam estar brilhando em bandas de ponta é enorme. O Forró Dicumforça selecionou seis desses nomes.

1 – Aline Ataíde

Os fãs até hoje não engoliram a saída dela da Limão com Mel. A identificação dela com a banda foi muito grande. Após deixar o grupo pernambucano, chegou a ser anunciada pela Noda de Caju, mas a contratação não foi pra frente. Por último, integrou a Baby Som, mas a permanência não durou muito. Hoje faz barzinhos.

2 – Michele Menezes

Brilhou na primeira vez que passou pela Calcinha Preta, assim como na segunda vez. Deixou a banda e os fãs sentem falta até hoje da cantora em uma banda.

3 – Neto Falaschi

Estava bem na banda Magníficos até os fãs serem pegos de surpresa com a sua saída. Está parado até hoje deixando muito fã carente.

4 – Carol B’Soul

Dona de uma voz singular, passou por várias bandas, dentre elas a Noda de Caju. Não está em nenhuma banda, mas não para de compor e lançar músicas nas redes sociais.

5 – Lívia Mara

Está em carreira solo, mas poderia estar brilhando em uma banda, assim como fez no período que esteve no Mastruz com Leite. É carismática e canta muito.

6 – Júnior Ivo

Foi da Limão com Mel e Noda de Caju, além de outras bandas. O público sente falta de sua voz em um grande grupo. Apesar disso, ele segue com a carreira.

E para você, que talentos estão desperdiçados no forró?. Comenta aí

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Cantor supera a depressão e faz relato: “nenhum problema é maior que eu”

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Diego descobriu a doença há um ano e venceu a batalha. Foto: Gustavo Costa

Ele é alegre, brincalhão, e dono de um senso de humor raríssimo no mundo artístico, principalmente no forró. Estamos falando de Diego Francis, vocalista da Banda Forrozão das Antigas. O que ninguém imaginava é que ele, tido como uma cara de bem com a vida e super querido, sofria de um mal cada vez mais comum entre as pessoas: a depressão. Com a situação sob controle, ele usou as redes sociais para fazer um desabado e alertar sobre a doença.

“Há pouco mais de um ano atrás eu fui diagnosticado com depressão. Após perceber que estava interferindo no meu trabalho, no relacionamento social pessoal e familiar. Eu estava chato, vendo o mundo cinza sem cor. Qualquer problema pequeno estava superestimado nas minhas mãos. Isso tava me destruindo”, disse.

O cantor segurou a barra por um ano com a família e amigos, até publicar nas redes sociais o drama que passou. “Eu não queria falar que estava com o problema enquanto ainda estava tratando ele. Não queria porque eu não queria que associassem minhas atitudes ruins com o meu problema. Nem que me olhassem com julgamento de vitimismo ou algo do tipo”, afirma.

Hoje, Diego comemora os avanços e a vida que recuperou. “Percebi que nenhum problema é maior que eu. Jamais vou ser o melhor pra todo mundo. Mas hoje eu tenho o que há de melhor pra me sentir bem”, conta.

Confira o relato na íntegra:

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