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Receita Federal e PF investigam sonegação fiscal por empresas de shows e eventos

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Foto: Gioras Xerez/G1

A Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram hoje, 18/10, a operação For All, para desarticular esquema de crime contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro praticado por bandas de forró de renome nacional e empresas na área de shows e eventos. A estimativa preliminar já identificou uma omissão de receitas de mais de R$ 300 milhões.

Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, a partir do cruzamento de informações, apuraram indícios de omissão de receitas, variação patrimonial a descoberto, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro efetuados por essas empresas e pessoas físicas do ramo de entretenimento. As investigações começaram em 2012 e foram aprofundadas a partir de 2014 com a parceria da Polícia Federal e do Ministério Público.

A fraude se configura na prestação de informações inverídicas relativas ao real faturamento das empresas e grupos musicais. Os valores não declarados ao fisco seriam convertidos em imóveis, veículos e gastos pessoais dos sócios e familiares das empresas.

Estão sendo cumpridos hoje 52 mandados de busca e apreensão e 32 conduções coercitivas, com a participação de 40 auditores-fiscais e 4 analistas-tributários da Receita Federal, além de 260 policiais federais. Todas as ações estão sendo realizadas nas cidades de Fortaleza, Eusébio e Russas/CE e em Sousa/PB.

Os envolvidos poderão responder por crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, associação criminosa, falsidade ideológica e outros crimes.

Fonte: Receita Federal

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Dão Lopes fala em cartel no forró e diz que bandas precisam produzir “coisas novas”

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Foto: Facebook/Moleca 100 Vergonha

Ele é uma referência no mundo do forró quando se fala em talento e carisma. Sendo assim, nada melhor que Dão Lopes, vocalista da Moleca 100 Vergonha, para falar com propriedade sobre esse ritmo genuinamente nordestino, que não anda lá bem das pernas. Para o cantor, que falou com exclusividade ao Forró Dicumforça, o forró até que tem crescido, mas precisa repensar algumas práticas.

“O forró está evoluindo, mas tem um determinado cartel”, afirma Dão Lopes. Para ele, é preciso mais união para enfrentar os desafios.

“União dos empresários e produtores de eventos pelo menos artisticamente, porque se não o movimento vai continuar nas mãos de dois, três, e vai futuramente se deteriorar”, declarou.

Sobre o forró romântico, Dão é enfático ao afirmar que ele não sai de moda, mas faz uma ressalva às bandas que vivem dele.

“O romântico não sai de moda. A gente canta e escreve o cotidiano do ser humano. O pagode romântico já voltou pro mercado atual e isso é combustível pra o forró romântico, mas as bandas do seguimento têm que produzir coisas novas pra não serem rotuladas como forró das antigas”, alerta.

De volta à Moleca 100 Vergonha, Dão Lopes disse que aceitou fazer o caminho de casa por amar a banda de Araripina. “Voltei por amar a banda”, disse.

E se depender da banda, 2019 será especial. É o ano em que a Moleca 100 Vergonha completa 20 anos.

“A Moleca está preparando um DVD super moderno com algumas músicas inéditas. Tem muita novidade em 2019. A Moleca 100 Vergonha completa 20 anos dia 11 de setembro, então é um ano de muitas produções e colheita, eu creio”, finalizou.

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Veja seis talentos que estão desperdiçados no forró

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O forró tem umas coisas que muitos fãs não entendem. Uma delas é o fato de artistas talentosos estarem fora dos grandes palcos. A lista de cantores “parados” que poderiam estar brilhando em bandas de ponta é enorme. O Forró Dicumforça selecionou seis desses nomes.

1 – Aline Ataíde

Os fãs até hoje não engoliram a saída dela da Limão com Mel. A identificação dela com a banda foi muito grande. Após deixar o grupo pernambucano, chegou a ser anunciada pela Noda de Caju, mas a contratação não foi pra frente. Por último, integrou a Baby Som, mas a permanência não durou muito. Hoje faz barzinhos.

2 – Michele Menezes

Brilhou na primeira vez que passou pela Calcinha Preta, assim como na segunda vez. Deixou a banda e os fãs sentem falta até hoje da cantora em uma banda.

3 – Neto Falaschi

Estava bem na banda Magníficos até os fãs serem pegos de surpresa com a sua saída. Está parado até hoje deixando muito fã carente.

4 – Carol B’Soul

Dona de uma voz singular, passou por várias bandas, dentre elas a Noda de Caju. Não está em nenhuma banda, mas não para de compor e lançar músicas nas redes sociais.

5 – Lívia Mara

Está em carreira solo, mas poderia estar brilhando em uma banda, assim como fez no período que esteve no Mastruz com Leite. É carismática e canta muito.

6 – Júnior Ivo

Foi da Limão com Mel e Noda de Caju, além de outras bandas. O público sente falta de sua voz em um grande grupo. Apesar disso, ele segue com a carreira.

E para você, que talentos estão desperdiçados no forró?. Comenta aí

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Cantor supera a depressão e faz relato: “nenhum problema é maior que eu”

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Diego descobriu a doença há um ano e venceu a batalha. Foto: Gustavo Costa

Ele é alegre, brincalhão, e dono de um senso de humor raríssimo no mundo artístico, principalmente no forró. Estamos falando de Diego Francis, vocalista da Banda Forrozão das Antigas. O que ninguém imaginava é que ele, tido como uma cara de bem com a vida e super querido, sofria de um mal cada vez mais comum entre as pessoas: a depressão. Com a situação sob controle, ele usou as redes sociais para fazer um desabado e alertar sobre a doença.

“Há pouco mais de um ano atrás eu fui diagnosticado com depressão. Após perceber que estava interferindo no meu trabalho, no relacionamento social pessoal e familiar. Eu estava chato, vendo o mundo cinza sem cor. Qualquer problema pequeno estava superestimado nas minhas mãos. Isso tava me destruindo”, disse.

O cantor segurou a barra por um ano com a família e amigos, até publicar nas redes sociais o drama que passou. “Eu não queria falar que estava com o problema enquanto ainda estava tratando ele. Não queria porque eu não queria que associassem minhas atitudes ruins com o meu problema. Nem que me olhassem com julgamento de vitimismo ou algo do tipo”, afirma.

Hoje, Diego comemora os avanços e a vida que recuperou. “Percebi que nenhum problema é maior que eu. Jamais vou ser o melhor pra todo mundo. Mas hoje eu tenho o que há de melhor pra me sentir bem”, conta.

Confira o relato na íntegra:

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