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Um mês sem Eliza Clívia. Relembre a trajetória da eterna rainha da Cavaleiros

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Já se passaram 30 dias desde que o mundo do forró foi surpreendido tragicamente com a morte da cantora Eliza Clívia. Ela estava em Aracaju para divulgar um show, quando o carro que a levava para uma entrevista foi atingindo por um ônibus no cruzamento das ruas Maruim e Arauá, no Centro da capital sergipana. Eliza e o marido Sérgio Ramos morreram na hora. Abria-se na tarde daquele fatídico dia 16 de junho, uma lacuna que jamais será preenchida no cenário musical nordestino.

Eliza tinha 37 anos. Nasceu no dia 14 de novembro de 1979, na cidade de Livramento, no estado da Paraíba. Mas foi em Monteiro, terra de grandes talentos musicais como Flávio José e Walkyria Santos, que a cantora iniciou seus primeiros passos rumo ao sucesso. Muitos conheceram a loira apenas na Cavaleiros do Forró, mas antes de ingressar no grupo potiguar em 2003, ela passou pela Big Banda de Monteiro, que mais tarde passaria a se chamar Laços de Amor.

Na Cavaleiros foram inúmeros sucessos em vários trabalhos gravados, tanto em CDs como em DVDs. Um dos mais impactantes recebeu o título “No Reino dos Cavaleiros”. Saiu daí a denominação de rainha para Eliza. O disco foi o quinto álbum de estúdio da Cavaleiros do Forró, lançado em 2006 e o 2º DVD. A formação trazia, além da cantora, Jailson, Ramon e Bell.

Relembre:

Daí em diante a carreira de Eliza só subiu ao ponto de chegar a hora de mudar. Deixou a banda que a projetou em 2013 junto com o então marido Jailson e foi continuar seu sucesso na Cavalo de Aço. Voltou a dividir o palco com outro ex-integrante da Cavaleiros, Neto Araújo, matando a saudade dos fãs da antiga banda.

Relembre um dos DVDs da Cavalo de Aço

Na Cavalo de Aço nasceu o desejo de a cantora alçar voos ainda mais altos. O nome de Eliza era forte e, sendo assim, era hora de apostar nele. Ela deixou o grupo em março deste ano para realizar o sonho de ser dona da própria carreira. Surgia no mercado forrozeiro, Eliza Clívia e banda.

Nos primeiros passos foi lançado um CD que comemorava seus 20 anos de carreira. Entre as participações especiais, Walkyria Santos, Batista Lima, Ramon Costa e Neto Araújo.

Ouça o CD

Em paralelo a carreira solo, a cantora apostou em outro projeto: reviver o show no Reino dos Cavaleiros. Ao lado de Neto Araujo e Ramon, ela matava a saudade do disco de maior sucesso da Cavaleiros do Forró. E foi justamente na divulgação de um desses shows em Aracaju, no dia 15 de junho, que a trajetória musical de Eliza foi interrompida.

De lá até hoje, a cantora tem recebido várias homenagens de bandas e cantores de forró. No Youtube explodem seleções musicais na voz da eterna rainha. Vídeos antigos de Eliza passaram a ser relíquias e serão guardados para sempre na memória dos fãs.

O show agora de Eliza é no céu e, como ela mesma dizia, “deixe com a loira“.

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Dão Lopes fala em cartel no forró e diz que bandas precisam produzir “coisas novas”

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Foto: Facebook/Moleca 100 Vergonha

Ele é uma referência no mundo do forró quando se fala em talento e carisma. Sendo assim, nada melhor que Dão Lopes, vocalista da Moleca 100 Vergonha, para falar com propriedade sobre esse ritmo genuinamente nordestino, que não anda lá bem das pernas. Para o cantor, que falou com exclusividade ao Forró Dicumforça, o forró até que tem crescido, mas precisa repensar algumas práticas.

“O forró está evoluindo, mas tem um determinado cartel”, afirma Dão Lopes. Para ele, é preciso mais união para enfrentar os desafios.

“União dos empresários e produtores de eventos pelo menos artisticamente, porque se não o movimento vai continuar nas mãos de dois, três, e vai futuramente se deteriorar”, declarou.

Sobre o forró romântico, Dão é enfático ao afirmar que ele não sai de moda, mas faz uma ressalva às bandas que vivem dele.

“O romântico não sai de moda. A gente canta e escreve o cotidiano do ser humano. O pagode romântico já voltou pro mercado atual e isso é combustível pra o forró romântico, mas as bandas do seguimento têm que produzir coisas novas pra não serem rotuladas como forró das antigas”, alerta.

De volta à Moleca 100 Vergonha, Dão Lopes disse que aceitou fazer o caminho de casa por amar a banda de Araripina. “Voltei por amar a banda”, disse.

E se depender da banda, 2019 será especial. É o ano em que a Moleca 100 Vergonha completa 20 anos.

“A Moleca está preparando um DVD super moderno com algumas músicas inéditas. Tem muita novidade em 2019. A Moleca 100 Vergonha completa 20 anos dia 11 de setembro, então é um ano de muitas produções e colheita, eu creio”, finalizou.

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Veja seis talentos que estão desperdiçados no forró

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O forró tem umas coisas que muitos fãs não entendem. Uma delas é o fato de artistas talentosos estarem fora dos grandes palcos. A lista de cantores “parados” que poderiam estar brilhando em bandas de ponta é enorme. O Forró Dicumforça selecionou seis desses nomes.

1 – Aline Ataíde

Os fãs até hoje não engoliram a saída dela da Limão com Mel. A identificação dela com a banda foi muito grande. Após deixar o grupo pernambucano, chegou a ser anunciada pela Noda de Caju, mas a contratação não foi pra frente. Por último, integrou a Baby Som, mas a permanência não durou muito. Hoje faz barzinhos.

2 – Michele Menezes

Brilhou na primeira vez que passou pela Calcinha Preta, assim como na segunda vez. Deixou a banda e os fãs sentem falta até hoje da cantora em uma banda.

3 – Neto Falaschi

Estava bem na banda Magníficos até os fãs serem pegos de surpresa com a sua saída. Está parado até hoje deixando muito fã carente.

4 – Carol B’Soul

Dona de uma voz singular, passou por várias bandas, dentre elas a Noda de Caju. Não está em nenhuma banda, mas não para de compor e lançar músicas nas redes sociais.

5 – Lívia Mara

Está em carreira solo, mas poderia estar brilhando em uma banda, assim como fez no período que esteve no Mastruz com Leite. É carismática e canta muito.

6 – Júnior Ivo

Foi da Limão com Mel e Noda de Caju, além de outras bandas. O público sente falta de sua voz em um grande grupo. Apesar disso, ele segue com a carreira.

E para você, que talentos estão desperdiçados no forró?. Comenta aí

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Cantor supera a depressão e faz relato: “nenhum problema é maior que eu”

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Diego descobriu a doença há um ano e venceu a batalha. Foto: Gustavo Costa

Ele é alegre, brincalhão, e dono de um senso de humor raríssimo no mundo artístico, principalmente no forró. Estamos falando de Diego Francis, vocalista da Banda Forrozão das Antigas. O que ninguém imaginava é que ele, tido como uma cara de bem com a vida e super querido, sofria de um mal cada vez mais comum entre as pessoas: a depressão. Com a situação sob controle, ele usou as redes sociais para fazer um desabado e alertar sobre a doença.

“Há pouco mais de um ano atrás eu fui diagnosticado com depressão. Após perceber que estava interferindo no meu trabalho, no relacionamento social pessoal e familiar. Eu estava chato, vendo o mundo cinza sem cor. Qualquer problema pequeno estava superestimado nas minhas mãos. Isso tava me destruindo”, disse.

O cantor segurou a barra por um ano com a família e amigos, até publicar nas redes sociais o drama que passou. “Eu não queria falar que estava com o problema enquanto ainda estava tratando ele. Não queria porque eu não queria que associassem minhas atitudes ruins com o meu problema. Nem que me olhassem com julgamento de vitimismo ou algo do tipo”, afirma.

Hoje, Diego comemora os avanços e a vida que recuperou. “Percebi que nenhum problema é maior que eu. Jamais vou ser o melhor pra todo mundo. Mas hoje eu tenho o que há de melhor pra me sentir bem”, conta.

Confira o relato na íntegra:

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